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13/09/2016
"... Alone In The Wilderness"
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12/08/2016
"The russians are coming!"
A ministra esperava, mas já não espera, caso contrário o melhor é sentar-se. A "Europa" gosta muito de nós para fazer número, alargar mercados e evitar ovelhas tresmalhadas no rebanho que os alemães vão comandando de acordo com as suas conveniências. Portugal pode arder de ponta-a-ponta, que não serão os nossos "parceiros europeus" - com a honrosa excepção italiana e espanhola, "PIG" portanto - a vir em nosso socorro.
De resto, se a proximidade com o Reino de Marrocos pode explicar a cooperação que já levou aviões de combate a incêndios para a muito martirizada zona de Arouca, a disponibilidade russa para mobilizar meios seus em proveito da protecção civil portuguesa é coisa que terá surpreendido muito comum cidadão habituado à desinformação oficial sobre a maldade estrutural das hordas asiáticas de Moscovo.
Será bom lembrar que em 2014 se falava em "bombardeiros russos intercetados" junto à Costa nacional, notícia que causou grande agitação mediática e uma oportunidade de ouro para os comentadores do costume virem bolsar ácido sobre a Rússia, tendo como pretexto Putin. O contexto, pós-"Euromaidan", alimentava uma russofobia doentia, que aliás se vai mantendo e reproduzindo em contextos que deveria ficar imunes ao preconceito nacionalista (refiro-me por exemplo a comentários que já ouvi e li, no âmbito dos Jogos Olímpicos de 2016).
Os incêndios do Verão de 2016, em Portugal, ficarão como mais um momento de desvelação relativamente à forma como a "Europa" olha para Portugal.
De resto, se a proximidade com o Reino de Marrocos pode explicar a cooperação que já levou aviões de combate a incêndios para a muito martirizada zona de Arouca, a disponibilidade russa para mobilizar meios seus em proveito da protecção civil portuguesa é coisa que terá surpreendido muito comum cidadão habituado à desinformação oficial sobre a maldade estrutural das hordas asiáticas de Moscovo.
Será bom lembrar que em 2014 se falava em "bombardeiros russos intercetados" junto à Costa nacional, notícia que causou grande agitação mediática e uma oportunidade de ouro para os comentadores do costume virem bolsar ácido sobre a Rússia, tendo como pretexto Putin. O contexto, pós-"Euromaidan", alimentava uma russofobia doentia, que aliás se vai mantendo e reproduzindo em contextos que deveria ficar imunes ao preconceito nacionalista (refiro-me por exemplo a comentários que já ouvi e li, no âmbito dos Jogos Olímpicos de 2016).
Os incêndios do Verão de 2016, em Portugal, ficarão como mais um momento de desvelação relativamente à forma como a "Europa" olha para Portugal.
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06/06/2016
Ленин
Releio textos e cartas, de e sobre Lénine.
Redescubro a grandeza do seu ideal e a dimensão do projecto de que foi protagonista central. Lénine, os bolcheviques e o povo.
[jogando xadrez com Bogdánov em 1908; assistindo ao jogo o escritor revolucionário Máximo Gorki]
Redescubro a grandeza do seu ideal e a dimensão do projecto de que foi protagonista central. Lénine, os bolcheviques e o povo.
[jogando xadrez com Bogdánov em 1908; assistindo ao jogo o escritor revolucionário Máximo Gorki]
06/11/2015
Outubro
Ele há coisas que são visivelmente incompreensíveis para boa parte daqueles que, não se cansando de caracterizar quotidianamente os comunistas, revelam a cada palavra profunda ignorância. Uma delas é esta coisa de comemorarem "Outubro" em Novembro, ou seja, de celebrarem anualmente a Grande Revolução Socialista de Outubro de 1917 na data correspondente do calendário gregoriano, que é 7 de Novembro. Pois bem: amanhã é o dia da Revolução e esse é sempre um bom pretexto que soltar um sonoro "urra!" e dar vivas ao poder que em 1917 os sovietes declararam na imensa Rússia pós-czarista.
A aproximação do centenário da Revolução que Lénine liderou convoca todos os comunistas para um aprofundamento do estudo e da reflexão em torno das realizações e dos méritos, dos erros e das deformações (dos crimes, também) de 74 anos de poder soviético no território que em 1922 - depois de uma guerra civil sangrenta na qual participaram (contra o jovem poder soviético) exércitos de muitos estados "ocidentais" - se tornaria numa União federal de Repúblicas Socialistas, a URSS. É precisamente nesse contexto, ou com esse objectivo, que farei a leitura (e nalguns casos releitura) de obras que apontam o dedo à União Soviética e que, nalguns casos, o fazem na base do absoluto preconceito anti-comunista, sem sustentação nem base histórica cientificamente admissível.
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