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26/10/2015

O apartheid social de Inês Teotónio Pereira

Contexto: no passado sábado a candidatura presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa organizou uma pouco concorrida sessão (estilo comício) no salão da sede da Voz do Operário, em Lisboa. A ex-deputada do CDS, Inês Teotónio Pereira, foi à Voz e dessa presença no comício de Marcelo resultou uma fotografia legendada que publicou nas redes sociais. Na fotografia pode ler-se a insígnia "Trabalhadores, uni-vos" inscrita em lápide presente no salão. Na legenda a seguinte observação: "Só o Prof. Marcelo me leva a um sítio com operário no nome".

14/10/2015

A nova "ameaça vermelha" [actualizado com post-scriptum]

Quando um dia se fizer a história do processo pós-eleitoral de 2015, analisando a forma como a imprensa se mobilizou para caricaturar, marginalizar e descredibilizar uma solução governativa de ruptura com longo anos de submissão não disfarçada da política à finança e aos interesses das corporações nacionais e internacionais, não duvido que uma das conclusões prováveis se refira à forma como o medo foi arma de arremesso usada e abusada por um batalhão de fazedores de opinião fortemente empenhados em derrotar qualquer alternativa real ao status quo.

13/10/2015

A caixa colorida [*]

Sendo certo que redes sociais e a programação "on demand" são desafios que a televisão ainda não foi capaz de resolver completamente, não é menos certo que em países como Portugal esta mantém uma importância esmagadora como meio de difusão e promoção massificada de mensagens diversas, incluindo comerciais e/ou políticas.

12/10/2015

"Vêm aí os russos" [e parece que os cubanos também]

Outubro de 2015 marca o fim do mito em torno dos chamados "partidos de protesto" que marcou ao longo de cerca de 40 anos o discurso mediático em torno das organizações políticas à esquerda do PS, com particular destaque para o PCP.

11/10/2015

"Vêm aí os russos"

O quadro político pós-eleitoral, marcado pela perda da maioria absoluta dos mandatos na Assembleia da República por parte da coligação de direita e pela insuficiência de votos e mandatos por parte do PS para formar governo (sozinho), resultou num cenário relativamente inédito, que dá inteira razão aos que antes das eleições foram identificando o propósito exclusivo das legislativas tal como são realizadas em Portugal: escolher 230 deputados e, por essa via, definir a correlação forças no quadro da Assembleia da República.