Mostrar mensagens com a etiqueta presidenciais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta presidenciais. Mostrar todas as mensagens

26/01/2016

A vitória do niilismo, de mãos dadas com a manutenção do status-quo


Sendo certo que os cadernos eleitorais estão profundamente carecidos de actualização não é menos verdade que uma crescente proporção da população adulta com capacidade de voto que deixou de atribuir ao voto a importância que certamente lhe atribuiria num contexto em que a ele não tivesse sequer direito formal. O crescimento desta proporção faz-se sobretudo - é a minha percepção - de gente que nunca votou, ou que vota de forma intermitente, muito mais do que daqueles que outrora votaram e que, "desiludidos com o sistema político", reforçaram a abstenção.

24/01/2016

Em honra daqueles que deram a vida pela Liberdade.

Em honra daqueles que deram a vida pela Liberdade; em honra daqueles que calaram perante as unhas arrancadas e os espancamentos; em honra dos clandestinos, e daqueles que já depois de Abril dedicaram a sua vida à luta pelo bem estar dos outros. Hoje voto, naturalmente. Não seria capaz de não o fazer. É votando, e votando como voto, que honro um compromisso assumido desde sempre e para sempre: lutar sempre que me for possível, incluindo através da cruz no papelinho.

08/01/2016

Porque votarei em Edgar Silva para Presidente da República?

O país parece não se dar conta disso mas daqui por duas semanas terá lugar a eleição do novo presidente da República, aquele que - independentemente do resultado - libertará Portugal da vergonha de ter como presidente o ser que actualmente exerce a dita função institucional. É possível que o apuramento dos resultados de dia 24 determine a necessidade de realização de uma "segunda volta", entre o candidato mais votado (se não conseguir 50% + 1 voto no dia 24) e o segundo mais votado. É aliás um cenário pelo qual torço, e para o qual procurarei contribuir.



23/11/2015

O homem que nunca se engana e raramente tem dúvidas

Passamos a vida a lamentar a pequenez da memória que cultivamos quando na verdade - e não obstante alguns de nós terem mesmo memória de galinha - o que nos vai fazendo deixar cair (pelo menos da memória mais presente) as recordações do passado é o entupimento de informação a que estamos submetidos - queiramos ou não - nos dias que correm. É por isso bom que figuras como o actual presidente da República revisitem a sua vastíssima experiência em crises políticas do passado, lembrando os concidadãos acerca de governos de gestão em que andou - de uma forma ou de outra implicado - não vá alguém esquecer-se de que nesta República desbaratada Cavaco foi e é o político que durante mais tempo ocupou as mais relevantes funções no Estado: desde o início da década de 80, há mais de 30 anos, ocupou as funções de ministro das finanças (1980-1981), primeiro-ministro (por três vezes, incluindo duas em maioria absoluta, entre 1985 e 1995) e presidente da República (desde 2006). Não há outro nome, no período pós-25 de Abril, com tantas e tão graves responsabilidades no estado a que isto chegou.

26/10/2015

O apartheid social de Inês Teotónio Pereira

Contexto: no passado sábado a candidatura presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa organizou uma pouco concorrida sessão (estilo comício) no salão da sede da Voz do Operário, em Lisboa. A ex-deputada do CDS, Inês Teotónio Pereira, foi à Voz e dessa presença no comício de Marcelo resultou uma fotografia legendada que publicou nas redes sociais. Na fotografia pode ler-se a insígnia "Trabalhadores, uni-vos" inscrita em lápide presente no salão. Na legenda a seguinte observação: "Só o Prof. Marcelo me leva a um sítio com operário no nome".

13/10/2015

A caixa colorida [*]

Sendo certo que redes sociais e a programação "on demand" são desafios que a televisão ainda não foi capaz de resolver completamente, não é menos certo que em países como Portugal esta mantém uma importância esmagadora como meio de difusão e promoção massificada de mensagens diversas, incluindo comerciais e/ou políticas.