É curioso que, sendo eu profundamente interessado por todo o fundo psicológico e filosófico associado ao "Truman Show", nunca lhe tenha dedicado neste blogue a atenção devida. Como o tempo nesta fase é um bem escasso no meu dia-a-dia, aproveito este belíssimo post do Daniel Carrapa (no muito aconselhado "A barriga de um arquitecto"), cuja ligação faz parte da lista de blogues e afins disponível nesta tasca) para aconselhar um filme e uma reflexão que fez luz sobre uma realidade pouco clara no momento da sua estreia. "Truman Show" foi uma candeia demasiado à frente, num tempo em que dois, três anos parecem uma eternidade.
Aos mais interessados deixo uma dica adicional: a leitura do conto "What's It Like Out There?", de Edmond Hamilton, publicado na colectânea "Mensagens do futuro", organizada por Isaac Asimov, e publicada em português no âmbito da colecção Argonauta (n.º320).
Mostrar mensagens com a etiqueta irrealidade digital. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta irrealidade digital. Mostrar todas as mensagens
08/09/2016
Truman Show, ou o conforto cognitivo que se alapou à "civilização" que temos.
Etiquetas:
absurdo,
cinema,
ficção científica,
irrealidade digital,
livros,
televisão
27/06/2016
Electronic Waste Dumpsite [Renée C Byer]
Etiquetas:
absurdo,
áfrica,
ambiente,
consumismo,
doença,
fotografia,
irrealidade digital,
tecnologia
23/05/2016
O IV Reich é de consumo estupidificante.
Etiquetas:
ambiente,
conformidade,
consumismo,
decrepitude,
irrealidade digital,
normalização,
tecnologia,
vigilância
21/05/2016
... [3]
Olhar o concerto através do estreito ecrã de um smartphone.
[Bruce Springsteen no "Rock in Rio Lisboa 2016"]
[Bruce Springsteen no "Rock in Rio Lisboa 2016"]
Etiquetas:
absurdo,
fotografia,
irrealidade digital,
música,
normalização,
tecnologia,
vigilância
19/05/2016
Free Chelsea Manning
Etiquetas:
absurdo,
conformidade,
decrepitude,
guerra,
irrealidade digital,
tecnologia,
vigilância
15/05/2016
1984
"Winston voltou-se de repente. Afivelara no rosto a expressão de tranquilo optimismo que era aconselhável usar quando de frente para a teletela."
em "1984"
George Orwell
Etiquetas:
cinema,
decrepitude,
irrealidade digital,
livros,
vigilância
14/05/2016
"Ascensão e queda da privacidade"
12/05/2016
A fraude [1]
É naturalmente muito mais simples escrever sobre o marketing dos Radiohead do que relativamente a "A Moon Shaped Pool", o mais recente disco da banda (como se um link a martelo, encaixado a meio do texto pudesse desviar a atenção do leitor face ao óbvio fracasso jornalístico de quem prefere o acessório ao essencial). É também bastante mais simples empatar uma coluna de opinião no pobre Blitz (o jornal de qualidade que morreu para dar lugar a uma revista de qualidade sofrível...) com um conjunto de lugares comuns (que muito mais qualificam o escriba do que o marketing dos Radiohead) do que compreender de forma não linear a mensagem que "a fraude" do apagão digital representou para muitos. Pouco importa. Só se desilude quem se iludiu previamente, e as publicações do grupo do Blitz deixaram de me iludir faz muito. O Blitz morreu há muitos anos, paz à sua alma. O que entretanto se vai escrevendo na Blitz é a prova provada da morte do projecto. É uma pena, mas é a vida.
[1] a propósito de "O marketing dos Radiohead é uma fraude".
[1] a propósito de "O marketing dos Radiohead é uma fraude".
Subscrever:
Mensagens (Atom)







