A frágil democracia brasileira treme. O golpe parece ter-se consumado, com o senado a decidir pelo afastamento de Dilma da presidência, e consequentemente pela tomada do poder por parte de Temer e da sua trupe. Temer é um testa de ferro, note-se bem; o poder não é seu, embora nela esteja imageticamente representado. Quem manda no Brasil são aqueles que nem Lula nem Dilma combateram com a força e a determinação que se impunha.
Não sei se foi Rosa Luxemburgo que, pegando nas palavras de Marx ("As revoluções são a locomotiva da história"), referia que se a locomotiva trava a meio da subida, recua. A imagem acentua como uma luva às transformações ocorridas no Brasil desde que no início do milénio Lula levou ao Palácio do Planalto um povo sucessivamente pisado por reaccionários de todas as matizes.
Acontece porém que a história não terminou, e Temer terá de se empenhar fortemente para garantir que aqueles que verdadeiramente serve continuarão a gozar de um poder ao qual não renunciarão de livre vontade. A reversão do golpe está nas mãos do povo, já que apenas este se poderá libertar da antiquíssima opressão, miséria e exploração que desde há muito o colocam numa posição subalterna. Apenas os brasileiros poderão libertar o Brasil deste embrião de ditadura ao qual os grandes meios de comunicação social temem chamar pelo verdadeiro nome.
Total solidariedade com o Brasil e o povo brasileiro.
Fora Temer.
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01/09/2016
01/07/2016
Kaiowas
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02/05/2016
3mil RIOS
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17/03/2016
Contra o golpe e pela Democracia no Brasil
19/11/2015
"E entretanto, do outro lado do mar, morreu um rio..." [1]
Por vezes interrogo-me se a maior tragédia deste planeta não será o Homem. Faço-o sem pingo de misantropia, sem distanciamento face à espécie a que pertenço, apenas porque me sinto incapaz de compreender a Humanidade e a mim próprio dentro dela.
Não sei o que nos resta de bom senso, de sentido de bem comum. Creio que quase tudo se vai perdendo com cada espécie que ajudamos a extinguir, com cada floresta que dizimamos, com cada rio que afogamos em lixo.
Não sei o que nos resta de bom senso, de sentido de bem comum. Creio que quase tudo se vai perdendo com cada espécie que ajudamos a extinguir, com cada floresta que dizimamos, com cada rio que afogamos em lixo.
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