Em boa verdade pouco ou nada conhecia sobre rock progressivo antes de conhecer um bom amigo que me revelou um maravilhoso mundo novo através de discos como "Selling England by the pound", "Foxtrot", "Nursery Crime" e sobretudo "The lamb lies down on Broadway", todos dos Genesis.
Como o caminho se faz caminhando, rapidamente descobri outras bandas, outros sons: bandas clássicas do Prog, como os Camel, e outras descendentes da cena progressiva-psicadélica dos anos 60 e 70, como os Porcupine Tree. Hoje sou apaixonado por discos "progressivos", sou fascinado pela sua suave complexidade, pelo virtuosismo musical que se sobrepõe a qualquer moda de circunstância. O Prog resiste à tentação comercial e por isso é hoje - nas suas múltiplas variantes e subgéneros - um dos últimos bastiões da música erudita. Provam-no os últimos dois discos de Steven Wilson, "The raven that refused to sing and other stories" e "Hand.Cannot.Erase".
Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens
04/12/2015
05/11/2015
"Routine"
É coisa rara, um casamento tão perfeito entre música e animação quando a música não é feita para o filme. Trabalhar com Steven Wilson é tarefa para poucos mas Jesse Cope [1] teve o mérito de interpretar na perfeição os temas que trabalhou e interpretou na sua linguagem artística própria. A coisa correu tão bem que hoje não consigo ouvir "The raven that refused to sing" sem visualizar de imediato o velho e o corvo, no vídeo oficial da canção; tão pouco consigo separar "Drive Home" da animação de construiu. Canção, história, melodia e filme tornam-se uma só obra. Sem querer, Wilson transformou alguns dos seus temas - perfeitos - num trabalho em conjunto que os engrandece enormemente.
A última colaboração de Jesse Cope com o sr. Wilson resultou nesta obra prima que vos deixo.
A última colaboração de Jesse Cope com o sr. Wilson resultou nesta obra prima que vos deixo.
Etiquetas:
animação,
cinema,
música,
rock,
rock progressivo,
steven wilson
01/11/2015
"Flores"
Sobre aqueles que consideramos geniais é lugar comum afirmar-se que estão para lá da condição humana. Acontece que boa parte daqueles que fazem, dizem ou escrevem coisas extraordinárias nada têm de supra-humano. Pelo contrário, é à sua extrema humanidade que vão buscar os recursos para oferecer aos seres com quem partilham o tempo e o espaço feitos, palavras e textos apenas ao alcance de quem olha o mundo através de perspectivas pouco comuns.
13/10/2015
Animals
O meu interesse pelo álbum "Animals" (1977), dos Pink Floyd, surge com a leitura de "Children of Men", de P.D.James, e com o estudo da adaptação cinematográfica deste romance, filme homónimo do livro realizado por Alfonso Cuarón.
Etiquetas:
alfonso cuarón,
cinema,
george orwell,
livros,
música,
os filhos dos homens,
pd james,
pink floyd,
rock progressivo,
roger waters
Subscrever:
Mensagens (Atom)


